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sobre aquele devaneio


Respire fundo e veja com calma: esse era um dos meus lugares favoritos de toda a cidade! 

E sem dúvidas, o shopping mais bacana que eu já tive a oportunidade de visitar. 

Ambos localizados em D2, o Stephen Green Park, e o Stephen Green Shopping Centre ficam de frente um para o outro, portanto, não dá pra errar. E sim, é parada obrigatória para quem vem a Dublin. (Talvez até mais importante visualmente que o próprio Temple Bar).

No shopping, você encontra uma Boots, a Dunnes, uma Flying Tiger (melhor loja de Dublin, perdendo só pra Penney's), e várias lojinhas menores. Tem poucas opções de comidas, mas vale a pena a sua visita, só pela arquitetura do lugar.

Antigamente chamado de Dandelion Market, vendia coisas punks e foi casa da banda U2, foi fechado em 81 e reaberto em 88, contando hoje com 100 lojas e 70 mil m². Vale DEMAIS a pena visitar. 


E logo de frente para o shopping, temos o Stephen Green Park, um parque de 1664 projetado por William Sheppard, e o parque mais bonito que eu já tive a chance de visitar (parte se deu porque a primeira visita foi feita durante o Outono, minha época favorita do ano).

O parque tem MUITA história pra contar, vários cantos lindos para serem fotografados e conta com 9 hectares, ou seja: para um parque no meio de Dublin, ele é enorme!

Uma curiosidade bacana é que, depois da morte do Príncipe Albert, esposo da Rainha Victoria da Inglaterra, ela pediu para que o parque fosse rebatizado e que construíssem uma estátua em homenagem ao príncipe, mas a ideia foi rejeitada com desprezo pela população, mesmo a Irlanda sendo parte do Império Britânico da época... (Rolou um problemão entre os dois países, devido a grande Fome das Batatas, que é lembrada através do dia-a-dia irlandês até hoje).

Enfim... Vale a pena uma volta no parque, caminhada, visita, picnic, ou o que for que você tenha planejado. Não deixe de ir!







Paris tem a Torre Eiffel. Londres, o Big Ben. New York, o Empire State Building. E Dublin... Bom: Dublin tem o Temple Bar! 

Confesso que minha cabeça demorou pra aceitar que o ponto turístico principal de Dublin era esse barzinho da foto. Um BARZINHO. De rolê mesmo. Enfim. Um bar.

Mas a questão que vale não é só o próprio Temple Bar... Mas a região inteira, ao contrário do resto da cidade, manteve sua planta medieval, ou seja: é cheio de ruas estreitíssimas e feitas de pedras. Localizada em D2, é o point para os principais barzinhos, restaurantes e lojas mais descoladas. Tanto que, o Hard Rock Café Dublin (alguém tem dúvidas que eu sou APAIXONADA pelo Hard Rock Café?) fica na mesma região.

A região do Temple Bar leva esse nome por conta da família Temple, que viveram no século 17 e tinham uma história bem bacana por lá. 

Se quer a verdade nua e crua, aí vai: evite o "rolê" por ali aos fins de semana. É cheio, fedido, e é IMPOSSÍVEL tirar uma foto decente do bar. Ah, e mais impossível ainda ENTRAR no bar. As filas são enormes, e consequentemente, as dos restaurantes bacanas da região também! Mas a parte engraçada é que os irlandeses passam a ser mais sociáveis por conta da bebida vendida no bairro, e dançam, brincam com você, fazem amizade... E sim, é possível que na segunda-feira seguinte ao fim de semana, eles sequer olhem na sua cara. Acostume-se!

E antes que eu seja apedrejada de ofensas pela realidade exposta, eu sei disso porque eu estudava em D2, na rua de cima do Temple Bar, e a rua dele era passagem obrigatória diária. Então... Aprendemos os truques, né?

Enfim... Não é um super passeio a ser feito, mas é passagem obrigatória para quem viaja ao país dos Leprechauns, e um excelente lugar para tirar fotos (quando está vazio, é claro!)



E abaixo, minha cara de alegria quando descobri o que, finalmente, significava o Temple Bar...


E você? Como foi sua experiência?


Já confesso pra vocês que me colocaram a maior pressão na hora de tirar o meu Irish Residence Permit (ainda era o GNIB) aqui. Para quem não sabe, depois de passar pela imigração no aeroporto, se você pretende ficar mais de 90 dias no país, você tem 30 dias para se registrar oficialmente na agência oficial de imigração, que fica bem no centro de Dublin. Se passar do tempo que o oficial registrou o seu visto, e você não aparecer na imigração, você pode ter problemas futuros com a Garda. 

O GNIB mudou para o Irish Residence Permit em dezembro de 2017, para se alinhar com o registro de residência de imigrantes para a União Europeia. 

Para você poder se registrar, antigamente, era só aparecer na agência e esperar, numa fila LOOOOOOOOOOONGA e tenebrosa pela sua vez. Era terrível, e reza a lenda que a fila poderia durar dias (!!!). Enfim: buscando sempre o melhor, a Irlanda agora deixou o processo de "appointment", ou seja, o agendamento da sua entrevista, todo online. Inclusive, se você ainda não fez, pode fazê-lo clicando neste link aqui.

O processo em si é bem simples: você leva seus documentos no dia do agendado e, quando chamarem seu número no painel, você se apresenta ao oficial com seus documentos. A lista de documentação para ser apresentada é a seguinte:

*Passaporte Válido por todo o período que você estará no país
*Carta da Escola (escolas fulltime, que tenham no mínimo de 15h semanais)
*300 euros para o pagamento do visto (que pode ser pago em débito OU cash)
*Comprovante do seguro governamental obrigatório
*Comprovação dos 3 mil euros 

Sobre a comprovação: Eu levei um extrato de simples conferência, em uma folha A4, carimbada pelo banco, que eu pedi direto para a gerente. Como o valor total em Reais vai depender da cotação do Euro no dia, resolvi colocar algumas gordurinhas na conta, só por precaução. Não precisei traduzir ou levar o valor em uma conta irlandesa: isso é BULLSHIT, acredite em mim! Os oficiais fazem o cálculo na hora, então, fique sossegado com isso! 

Serei bem sincera com vocês: várias pessoas querem, seja para o bem ou mal, palpitar no seu intercâmbio. E lá, acredite, a situação pode ser AINDA PIOR. Então uma dica que eu dou é: NÃO SE APAVORE. Converse com quem já fez (preferencialmente mais de uma vez) e não caia na besteira de conversas aleatórias sobre a entrevista com a Garda. Foi algo completamente tranquilo.

Eles fazem algumas perguntas simples, e muitas vezes sequer fazem perguntas, sem ser pedir seus documentos, e o seu endereço de residência no país. É nessa hora também que vão tirar uma foto sua, para o documento oficial, e você paga a taxa.

Depois da breve entrevista, vão colher suas digitais, e pronto: só esperar e partir pro pub  abraço

Mais molezinha que isso, só dois disso! Inclusive, se você tiver alguma dúvida, é só deixar nos comentários nesse post, que eu farei o possível pra te ajudar!


Um super beijo! 


 Deixa eu contar uma coisa interessante pra vocês. Nem só de Givenchy e MAC vive a Europa, tá? 

Tá aí uma coisa que eu ouço direto: "mas você mora na Europa, é a cara da riqueza!". Mas a realidade por trás disso é que ninguém te vê dias sem pentear o cabelo por conta da correria, enviando currículos ou fazendo bicos pra ganhar uns euricos a mais, contando moedas (até porque, aqui vale a pena contar! Qualquer moedinha vale 1 ou 2 euros, e quando você vê, já tem 33,50 no seu cofrinho), comprando comida congelada e entrando nas clearances de todas as grandes lojas procurando por itens baratinhos pra compor o look.

Aqui em Dublin (e na Grã-Bretanha toda, aliás) existe uma loja chamada Dealz, da rede Poundland que foi criada nos anos 90, que fui apresentada quando viajei para Londres em janeiro de 2017. Tudo o que os seus olhos verão lá, meus queridos, custa 1,50. Desde comidas, doces, agendas, papelaria, canecas, objetos decorativos, produtos de limpeza, etc.

Voltando ao assunto Londres, quem tem um vídeozão que dá pra ver bastante dentro da Poundland de Kilburn é a Marisa, do blog Loira ponto Com. Acesse o vídeo clicando aqui! Lá eu comprei perfumes, livros, cds, comidinhas e muitos objetos de decoração.

 
  
Se vocês acharem bacana, eu gravo um vídeozinho simples lá dentro só pra vocês terem ideia de como é. E o melhor de tudo: as coisas de decoração, por exemplo, são todas baseadas nas tendências mundiais, e não tem nada "fora de moda" por lá. Lá no nosso Instagram tem algumas coisinhas que eu comprei na Dealz pra vocês terem ideia de como é, literalmente, de pirar.

Estou aos poucos decorando o cantinho pra escrever aqui em casa, e a cada dia que passa tem mais a minha -a nossa- cara. E confesso que a maioria das coisas são sim, da Dealz, até porque, não tem como não se apaixonar por uma loja que vende produtinhos assim, né?


Aqui na Irlanda você encontra lojas da Dealz nas principais ruas da cidade, como a Henry Street, Talbot e dentro do shopping Ilac.  

Minha dica: Se vale a pena? Vale. E MUITO! 




O post de hoje é um pouco... Talvez, sincero demais. Gosto de escrever para vocês de uma maneira mais aberta, jogando de forma verdadeira minhas opiniões principais. Então, com a mudança de País, não seria diferente.

Assim que cheguei ao Aeroporto da cidade, não vi nada grandioso. Pelo contrário: senti aconchego. Tudo tem um clima intimista, inclusive as cabines de imigração, que são todas de madeira e de bom gosto, por sinal. Você passa por salas e salas de desembarque que tem quadros (!!!) na parede, ao invés de advertising sobre um desodorante qualquer.

Confesso que isso já me deixou bem intrigada: que tipo de País confia tanto num clima aconchegante assim, até para marcar os locais oficiais? E eu estou entendendo a cada dia que passa. Essa é a Irlanda.

Dublin tem um café em cada esquina. Às vezes, até mais de um café. Spar também, que é uma loja de conveniência que vende, adivinha o quê? Café, claro. Também tem uma em cada esquina. A Garda sempre está nas ruas, e pra quem não está familiarizado com o nome, eles são a nossa Polícia daqui. Que, já que estamos mencionando, raramente são chamados para casos mirabolantes como os do Brasil. Raramente, eu digo com absoluta certeza. Talvez quase nunca. Ou nunca mesmo.

A cidade é fria e, nessa época do ano, o Sol se põe rapidamente. Acorde cedo pra tomar sua vitamina D diária e saia sempre bem agasalhado. Não sinta vergonha de usar luvas, golas, duas calças ou uma bota felpuda pra sair na rua, afinal, Irlandês não repara tanto igual fomos ensinados na nossa cultura.

Falando em irlandês, uns sorriem na rua e dizem "morning!", e outros olham pra você de uma maneira fria e dura. Sobre os brasileiros aqui? Se unem como uma família, indicando desde promoção de mercado, até empregos, casas, e dividindo muitas vezes até a mesma cama.

Uns vão achar muito fria. Outros, muito escura. Já outras, vão se apaixonar e agarrar a cultura com todo amor possível. E outras, vão se emaranhar aqui e jamais ir embora. A realidade? Você pode ter uma relação de amor ou ódio pela a cidade. Basta você escolher a maneira com a qual deve olhá-la.

Pra mim? Ah, eu estou amando. E mais do que eu deveria!


A principal pergunta que vem depois do "ai, não acredito que vocês vão viajar!" é a seguinte:
"Mas vocês vão pra lá estudar? E como que trabalha? Como funcionam os vistos?".

E percebi que essa é a questão de quase todo mundo! Mas calma, a gente te explica, e tudo vai fazer sentido em um passe de mágica. Olha só:

No nosso caso, estamos viajando com o visto tipo Stamp 0, e quando chegarmos lá, passamos por uma entrevista na imigração para ter o visto Stamp 2, que nos permite trabalhar e estudar ao mesmo tempo.

Abaixo, através do site E-Dublin, consegui várias informações bacanas pra saber diferenciar os tipos de visto irlandeses. Quem sabe você não vai pra lá ser meu vizinho?



Stamp 0 – Estada temporária ou Permissão limitada (90 dias)

Esse tipo de visto é concedido a pessoas que entram na Ilha sem o objetivo de receber benefício do Estado e que cumpram alguns requisitos, sendo um deles o de estar coberto por um seguro de saúde particular. O imigrante que desejar entrar na Irlanda com o Stamp 0 deverá ter os próprios meios de subsídio ou alguém que o faça. Neste último caso, provas serão necessárias.

A este tipo de imigrante fica vedada qualquer oportunidade de emprego ou mesmo tentativa de estabelecer um negócio, a menos que o INIS indique a permissão através de uma carta.



Stamp 1 – Visto de trabalho

O Stamp 1 é o almejado Visto de Trabalho. Neste caso, o cidadão que desembarca por aqui precisará de uma proposta de trabalho de uma empresa estabelecida na Irlanda para aplicar para este visto. Enquanto o empregador não tiver recebido a permissão para contratá-lo, o imigrante que possui esse tipo de visto não poderá trabalhar em outros cargos nem se envolver em nenhum negócio ou profissão sem autorização prévia concedida pelo Ministério da Justiça e da Igualdade. O cidadão deverá também respeitar a data de expiração do visto.



Stamp 1A – Visto de Trainee

Visto mais limitado, que permite o cidadão atuar como trainee em solo irlandês, em tempo integral, seguindo regras, termos e condições específicas. Acesse o site do Governo Irlandês para mais detalhes.


Stamp 2 – Visto de estudante com permissão de trabalho

É o visto com o qual a maioria de nós, brasileiros, permanecemos na Ilha Esmeralda. O Stamp 2 é concedido sob a condição de o imigrante entrar no país com o objetivo de frequentar aulas regulares, podendo trabalhar até 20h durante o período de aulas e até 40h em meses específicos (entre os meses de junho e setembro; e entre 15 de dezembro e 15 de janeiro). O prazo de expiração do visto, que tem um total de 8 meses, também deve ser respeitado e o imigrante com esse tipo de permissão não poderá recorrer a nenhum tipo de serviços oferecido pelo governo, tais como saúde, seguro desemprego, etc. Para se enquadrar nesta categoria de visto é necessário se matricular em um curso com duração mínima de 25 semanas.

Inicialmente o oficial te dará um visto temporário de um mês para que você tenha tempo para providenciar os demais itens necessários ao candidato a estudante no país, comprovando-se assim que você é um estudante genuino. Esses documentos incluem:
– Carta da escola, com curso de carga mínima semanal de 15h/aula por semana
– Ter seguro governamental ou médico privado de uma empresa estabelecida na Irlanda
– 3000 euros comprovados em extrato de uma conta em banco irlandês
– Comprovação de endereço
– PPS
– O valor de 300 euros pelo registro GNIB (que pode ser pago com cartão de crédito/débito ou por boleto bancário)


Obs: Uma vez que você tenha organizado todos esses documentos é hora de ir à imigração e solicitar o visto definitivo de um ano, pegar seu cartão de registro, o GNIB e ser feliz!


Stamp 2A – Visto de estudante sem permissão de trabalho

Similar ao anterior, por exigir que o imigrante esteja matriculado em um curso, no entanto, com este tipo de visto não é permitido trabalhar nem em período integral (full-time, 40h) nem em meio período (part-time, 20h).


Stamp 3 – Permanência sem permissão de trabalho

O Stamp 3 concede a permissão de permanência, porém sem a possibilidade de abrir um negócio ou atuar no mercado de trabalho (salvo algumas exceções), até a data especificada pelo oficial de imigração. O imigrante deverá respeitar a data de expiração do visto e não poderá permanecer após a mesma.


Stamp 4 – Permanência

Esse visto garante a permanência em solo irlandês até uma data especificada.


Mais uma vez, obrigada ao E-Dublin pelas informações que tanto me ajudaram (e ainda ajudam!). Espero que tenha sanado as dúvidas de vocês!
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