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sobre aquele devaneio



Imagine em um dia frio, cinzento e chuvoso, digno de um inverno rigoroso: foi em um cenário como esse, no começo de Dezembro, em que visitei o Museu do Louvre pela primeira vez. 

Comprei o ingresso presencialmente, e peguei uma fila de cerca de quinze minutos. O preço de entrada no Museu do Louvre pode variar, mas geralmente é em torno de 17 a 20 euros para adultos. Os menores de 18 anos e jovens da União Europeia têm entrada gratuita. Além disso, se atente ao dia que for planejar sua visita: você pode conseguir entrada gratuita no primeiro domingo de cada mês, desde que seja de outubro a março.

DICA IMPORTANTE: O museu oferece mapas em diversas línguas sobre as obras, corredores e exposições. Não esqueça de pegar, porque isso vai facilitar a sua visita!

Mais uma dica importante? Se atente aos sapatos que você vai usar. Eu escolhi um Nike Air e escorreguei VÁRIAS vezes (inclusive quase caí da escada!), porque o chão é muito liso. Se puder, vá com sapatos que tenham antiderrapante. 


Como existem vários caminhos através do Louvre, você pode escolher por onde começar. É importante lembrar que o Louvre já foi um palácio real no passado, então, toda a parte interna do palácio é encantadora, mas também um verdadeiro labirinto. 

Recomendo fortemente as exposições/áreas de Napoleão Bonaparte, exposições exclusivas de múmias egípcias em bom estado de preservação, gregas (com incríveis estátuas de mármore) e mesopotâmias, sendo essa última, considerada a mais valiosa das obras.

Esta coleção inclui antiguidades da antiga Mesopotâmia, que abrange as civilizações da Suméria, Acádia, Babilônia e Assíria. Você pode encontrar esculturas, relevos, tabuletas de argila inscritas, objetos cerimoniais e muito mais que remontam a milhares de anos atrás, oferecendo uma visão fascinante da história dessas culturas antigas. 

Uma curiosidade: você sabia que o Louvre possui um labirinto subterrâneo, com várias obras arqueológicas? Além disso, o museu conta com um acervo de mais de 35.000 obras! 



A parte mais esperada, se não mais conhecida, é a Monalisa, claro. Todos esperam ver a Monalisa, afinal, além de famosa e histórica, a obra de arte já foi roubada de dentro do Louvre em 1911, e recuperada em 1913 (logo, espere ver um policiamento e cuidado maior em volta dela). Inclusive, aí vão algumas dicas para você:

1 - Você não vai encontrar o nome da Monalisa no mapa. Busque por "La Gioconda", que é o nome original que o italiano Leonardo da Vinci deu para ela.
2 - Se prepare para dar um zoom enorme, porque além do quadro ser relativamente pequeno comparado a outros que estão no museu, ainda é absurdamente cheio.
3 - Cuidado com pickpockets (batedores de carteira). Tenha sua mochila ou bolsa sempre a frente e fechada. Nada de celulares nos bolsos: ou está na mão, usando, ou bem guardado. 




Como chegar?
Para chegar ao Museu do Louvre a partir da Champs-Élysées, você pode pegar o metrô. Basta pegar a linha 1 (amarela) do metrô na estação Champs-Élysées - Clemenceau e seguir até a estação Palais Royal - Musée du Louvre. A viagem leva apenas alguns minutos. A entrada principal do Louvre fica próxima a essa estação de metrô, na Rue de Rivoli.

E o que pode levar?
Normalmente, não é permitido entrar com água no Museu do Louvre. Os visitantes geralmente são solicitados a deixar garrafas de água e outros líquidos em suas bolsas ou mochilas, que podem ser verificadas na entrada. Isso é feito para proteger as obras de arte e a estrutura do museu de possíveis danos causados por derramamentos acidentais de líquidos. 



 







DICA IMPORTANTE:


Dentro do complexo do Louvre, quando você está para sair, encontrará um McDonalds com McCafe que vai salvar a sua vida. Inclusive, recomendo os macarons incríveis de lá! 

E aqui, vai uma selfie de qualidade duvidosa de uma pessoa apaixonada por história, muito feliz em poder ver tantas obras de pertinho! 



E você, já visitou o Louvre antes? O que achou? Me conta aqui nos comentários!

Na correria caótica de hoje em dia, me vi em um mundo estranho em que não conseguia aproveitar meu tempo em casa. Diga-se de passagem, quase nada! Só conseguia pensar em organizar, limpar, e sobreviver no ambiente, ao invés de desfrutar, de fato. Isso me despertou um senso de necessidade de entender melhor meu lar, aproveitar melhor os pequenos momentos e desacelerar. Esse processo "detox" de desacelerar, no meu caso, tem sido contínuo, e tem valido muito a pena. 

Se você quiser fazer um detox de desaceleração, ou só curtir um final de semana desfrutando de verdade do seu lar, te apresento o termo para isso: STAYCATION - a arte de aproveitar o tempo livre e relaxar no conforto do seu lar. 

Staycation também pode ser definido como um tempo que você passa na sua própria cidade, ficando em um hotel, por exemplo. Inclusive, aqui estão algumas dicas para fazer da sua staycation uma experiência memorável:

1. Desconecte-se Digitalmente: Comece desligando dispositivos eletrônicos e tirando as notificações/sons do celular. Pode parecer estranho de início, mas isso faz um bem que você não imagina! Deixe de lado e-mails, storys dos influenciadores e conversas paralelas no Whatsapp. Concentre-se em estar presente e se desconectar da rotina digital.

2. Transforme o Espaço: Faça pequenas mudanças na decoração para criar uma atmosfera de férias. Pode ser mudar os móveis de lugar, comprar coisas novas, ou apenas arrumar as almofadas, acender velas perfumadas e/ou colocar músicas relaxantes para definir o clima.

3. Mime-se com Refeições Especiais: Alô, Ifood? Experimente pratos novos ou seus comfort food favoritos. Se não quiser gastar, que tal cozinhar? Pode ser terapêutico e delicioso (e diga-se de passagem, uma aventura e tanto!). Prepare um café da manhã de hotel (tipo colonial!) ou um jantar temático para dar um toque especial. Não esqueça de deixar a mesa bem arrumada, hein? Afinal, o convidado é você mesmo! E merece todo carinho para tal. 

4. Spa em Casa: Essa é uma das minhas opções favoritas: transformar o banheiro em um spa! Use óleos essenciais, faça máscaras faciais, tome um banho longo e relaxante, lave e hidrate os cabelos. Mime-se com cuidados pessoais que você normalmente não tem tempo para fazer, enquanto ouve sua playlist favorita. Ouso dizer que nessa hora vale até usar velas com aromas relaxantes no banheiro, mas, cuidado com essa última opção, ok?

5. Atividades de Lazer: Há quanto tempo você não lê um livro? (pergunta retórica, não vamos expor ninguém aqui, hein!). Aproveite esse tempo e leia um livro, assista a filmes que estão na sua lista da Netflix há tanto tempo, faça artesanato (ou aprenda! Que tal participar de uma aula de cerâmica?), pratique meditação. Essas atividades ajudam a desconectar da rotina e a relaxar a mente.

7. Desfrute da Natureza: Se tiver um espaço ao ar livre por aí, como um quintal, crie um ambiente agradável para relaxar. Faça sun-tea (sério, isso é delicioso!), tome um pouco de Sol, faça um piquenique com as crianças no quintal. Você vai passar a notar coisas que normalmente deixa de lado, com o som dos pássaros, ou como o Sol toca sua pele de uma maneira única. 

A staycation é uma oportunidade de redescobrir o seu espaço, relaxar e rejuvenescer, sem o estresse de viagens, e muito menos da sua rotina normal. Lembre-se de definir limites para o trabalho e outras distrações. Com um pouco de planejamento e criatividade, você pode transformar seu lar em um verdadeiro refúgio! Aproveite essa pausa para cuidar de si e recarregar as energias, tudo sem sair de casa. Sensacional!

E você, já fez isso antes? Conta aqui pra gente nos comentários!

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Para quem não sabe, eu sou uma fã nata de Alice no País das Maravilhas. Tenho livro comum, livro edição de capa dura, funko pop, necessaire, e por aí vai. Logo, todas as vezes que vejo uma coleção nova inspirada na Alice, fico entusiasmada.

A Sigma (que para quem não sabe, apesar de ser uma marca americana do estado de Minnessota, foi fundada por brasileiros!) criou uma coleção delicada, e, ao mesmo tempo, lúdica, trazendo tons que remetem ao clássico desenho e embalagens encantadoras. Sigma entregou tudo, e não decepcionou em nada, é isso! 

Entre os lançamentos, podemos citar a paleta de sombras com 14 tons, entre eles metálicos, foscos e brilhantes, inspirados nos personagens do clássico de Lewis Carroll.



Além disso, a coleção também conta com um kit de pincéis (que, inclusive, são assinatura registrada da qualidade premium da marca!), um necessaire, um duo de iluminadores e dois batons lindíssimos:

  

Seja para os fãs do conto original ou para quem busca uma maquiagem única e expressiva, a coleção "Alice in Wonderland" da Sigma oferece uma jornada mágica e criativa através do mundo da beleza. 

Infelizmente, a marca não tem loja oficial aqui no Brasil (eu sei, é triste!), mas você pode encontrar esses produtos no site MDM Imports, que muitas vezes já tem a pronta entrega aqui nas terrinhas tupiniquins. 

E você, já testou algum produto dessa coleção lindinha? Compartilha sua opinião aqui! 

 Alô, algum swiftie presente por aqui? 

Que Taylor Swift é um furacão desde que começou a cantar Teardrops in my Guitar, isso já sabemos. Até quem não conhecia a loirinha, depois do alvoroço que nós, brasileiros, fizemos por conta dos ingressos, passou a conhecer. 

Para os fãs de longa data, o anúncio da passagem de The Eras Tour pelo Brasil é um presente esperado há mais de uma década (afinal, Taytay passou pelo Brasil em 2012, mas não fez shows abertos para o público). Uma turnê única que junta não só todos os álbuns, mas todas as gerações que são fãs das letras incríveis escritas por ela. 

E bom... Se tem uma coisa que eu posso confirmar, é que mesmo antes de ter conseguido ingressos, enquanto assistia lives do show feitas por gringa através do Tiktok, eu já estava buscando looks e inspirações de maquiagens para usar no grande dia. 

Resolvi então, compartilhar algumas inspirações de maquiagem para usar no dia do show, que podem ser resistentes ao tempo de fila, temperatura, chuva, ou a emoção de vê-la no palco pela primeira vez.








 


Escrever é algo que me faz bem. Me deixa leve, me inspira e é uma das características que eu tenho mais carinho sobre eu mesma. 

Nos últimos anos, me vi sem inspiração para escrever. Por outras vezes, a inspiração existia, mas... onde eu escreveria? O medo de pegar em um caderno e uma caneta para me expressar me paralisaram.

O que eu contaria? Como eu começaria? Até que minha psicóloga me recomendou fazer um diário para lidar com tudo o que eu estava passando (de bom, e de ruim também), e foi ali que o amor pela escrita despertou momentaneamente. Entendi que era algo que foi deixado de lado, e na hora certa, despertaria novamente. 

Um ano após esse episódio, e me vi de volta em frente a um projeto que me fez tão bem por tanto tempo. O cenário é propício para tal: velas handmade com aroma de lavanda e flor de laranjeira, luzinhas piscantes em formato de folhas de outono, All To Well - 10 minutes version tocando no repeat. E de repente, me vejo escrevendo novamente.

Mas, apesar de ser eu mesma, a May que vos escreve nesse momento é diferente de qualquer outro momento que o Aquele Devaneio recebeu as palavras. O olhar é mais calmo, a ansiedade controlada. O sorriso, outrora largo, hoje é tímido, no canto esquerdo da boca. O desejo por ter uma família para chamar de sua se realizou (ou melhor, foi realizado, por Aquele quem chama as estrelas pelo nome), o sonho de ter um cãozinho, dirigir seu carro ouvindo Taylor Swift e se formar foi realizado também.

É uma honra enorme poder estar de volta: mais velha, mais madura, com mais histórias para contar. E dessa vez, não com o desejo de explodir de seguidores, mas em ter um espaço seguro para fazer uma das coisas que eu mais amo: escrever.

Obrigada por acompanhar até aqui. 
Seguimos juntos para as próximas aventuras do Aquele Devaneio?



Pessoas de diferentes nacionalidades sorrindo, com o logo de Couchsurfing na frente.

Couchsurfing
(sub: -"o ato de dormir na casa de um estrangeiro desconhecido"): uma experiência tenebrosa para uns, e maravilhosa para outros. E hoje, vim contar a minha!

Para quem não conhece, Couchsurfing é um site onde você encontra hospedagem gratuita pela casa de desconhecidos, que disponibilizam desde um colchão na sala a um quarto privado, em troca de experiências e aprendizado cultural. Para quem não tem como hospedar, você pode oferecer um pouco do seu tempo para um viajante conhecer mais sobre a cidade em que você vive, levando-o para passeios e sendo seu guia turístico.

Pós-pandemia, o site passou a cobrar uma pequena taxa para você ter acesso, o que sinceramente? Entendo que valha super a pena. Usar o Couchsurfing foi indicação de uma amiga querida, que usou o sistema diversas vezes durante seu mochilão pela Escandinávia, que anteriormente já havia sido apresentada ao site da mesma maneira, e assim a corrente segue.

O intuito do Couchsurfing é literalmente te fazer mergulhar de cabeça na cultura de outro país, e viver como um local. Diferente da proposta do AirBNB (que no caso, é 100% pago), no Couchsurfing você paga uma pequena taxa de cerca de R$ 9,90 por mês para ter acesso aos anfitriões, e mais nada. Claro, nada te impede de limpar a cozinha do seu host, organizar alguma coisa ou fazer um jantar "típico" do seu país como retribuição da gentileza, né?

O sistema basicamente é fácil: você se cadastra no site, obtém "verificações" através de celular e outros métodos por questões de segurança, e já começa a navegar. Você pode cadastrar sua futura viagem e contar o porquê está indo pra lá e quanto tempo vai ficar, e aí, começa a procurar seus futuros-possíveis hosts. Quando você conhece alguém do Couchsurfing, o ideal é dar um feedback sobre como foi a experiência. No caso da hospedagem, dizer como foi o dia-a-dia, o tratamento, a recepção e tudo mais. Afinal, estamos lidando com pessoas de verdade e nem todas elas são boas, portanto todo cuidado é pouco.

Você pode adquirir feedbacks e reviews indo a encontros semanais e mensais que o próprio Couchsurfing promove em grandes cidades. É uma forma de ter uma qualificação positiva e enriquecer seu currículo cultural.

Mas vamos ao que interessa: Minha experiência.




Meu objetivo inicial era fazer Couchsurfing por toda a minha viagem pela Europa, porém, quando decidimos que uma amiga iria comigo, tive que rever os planos, afinal, o Couchsurfing é individual (apesar de pessoas como nosso host, Aymen, aceitarem mais de um viajante). Minha amiga teve que criar um perfil próprio para solicitar a hospedagem. 

Comecei a enviar mensagens de request para possíveis hosts cerca de três a dois meses antes. Enviei diversos requests, sendo a grande maioria para mulheres, por ter um pouco de receio, afinal, éramos duas mulheres viajando para a Europa pela primeira vez, sem conhecer nativos ou a cultura do local.

Tivemos algumas respostas negativas, e outros "talvez", mas nada certeiro ainda. Com a viagem se aproximando, minha ansiedade me perseguiu (prazer, Mayara) e acabei abrindo o leque para hosts masculinos também, e confesso que foi a melhor decisão que tomei: deixar os receios de lado.

Três semanas antes da viagem, nosso host Aymen - web developer, tunisiano vivendo em Paris - nos ofereceu hospedagem por uma semana. E sim, ele ofereceu sem nosso request, porque também dá para fazer isso pelo site. Conversamos um pouco, trocamos redes sociais e vi que ele aparentava ser uma pessoa de boa índole. Ele pediu para confirmarmos dias antes da viagem se iríamos mesmo, que ele faria questão de nos buscar onde estivéssemos.

O próprio Couchsurfing te dá uma documentação para ser apresentada na imigração, se for requisitado, que é a confirmação de estadia e responsabilidade do host. Porém, como nós fomos de ônibus vindo de Londres com destino à Paris, a imigração não é tão intensa e sequer perguntaram o que estávamos indo fazer em Paris.

Ao chegarmos na cidade-luz, o Aymen já estava nos esperando em frente ao Palais de Congress. Houve um pequeno desencontro, por conta dele estar de um lado do quarteirão e nós, do outro, mas no fim deu tudo certo. Ele nos cumprimentou com o jeito típico do francês "dois beijinhos no rosto", e logo seguimos para o carro. O caminho foi de adaptação e um pouco de insegurança, confesso. Afinal, ainda éramos só duas mulheres com um estrangeiro desconhecido e, sendo brasileiras, já temos embutido o chip do medo... Mas isso é assunto para outro post.

Essa foi nossa acomodação na casa do Aymen. O colchão de casal (que reza a lenda que eu joguei minha amiga para fora todas as noites), o sofá e a sala de estar, que tinha uma porta que a mantinha privativa.

Assim que chegamos, nosso host nos deu uma cópia da chave da porta de entrada, e nos preparou com muito carinho dois cupcakes, flans, um pacotão vermelho gigante e maravilhoso de Maltesers e uma garrafa de água mineral. Além, claro, de roupas de cama limpas e um aquecedor que salvou nossa primeira noite em Paris

Como estávamos muito cansadas, tomamos banho e dormimos infinitamente. Ao acordarmos, o Aymen estava trabalhando, mas havia nos deixado um bilhete explicando como chegaríamos ao metrô mais perto de forma segura, com direito a mapa e tudo. Um amor.

A casa dele era um apartamento no terceiro andar de um prédio antigo em Clamart, e descobrimos depois que ele não dirigia, só pegou o carro emprestado de um amigo para que pudéssemos chegar na casa dele em segurança.

Ele topou gravar vídeos conosco, e todo dia que chegávamos, ele estava preparado para conversar e descobrir mais sobre nossa cultura, enquanto ensinava curiosidades sobre a França e a Tunísia.

Depois de alguns dias com ele, fomos convidadas pela salvadora-de-brasileiros-na-França Jéssica Dias, vulgarmente conhecida como minha colega da faculdade de arquitetura e urbanismo, para ficar o resto dos dias com ela e o namorado, Nicolas, no studio que eles tem em Robinson, também em Paris.

Foi aí que o negócio com o Aymen ficou meio estranho. Ele se sentiu ofendido por estarmos mudando de hospedagem, e ficou muito chateado. Porém, em nosso ponto de vista, era melhor estar com conhecidos, que também moram em Paris. Enfim, após conversarmos por um tempo, ele entendeu e até nos deu uma caixinha de chocolates de presente de despedida. Mas foi na minha review do Couchsurfing que descobri o quão chateado ele ficou, afinal, ele só mencionou que ele foi nos buscar quando chegamos. Não mencionou os outros dias. Mas enfim, vida que segue.



Conclusão: A experiência foi fantástica. Eu pude ver que sim, ainda existem pessoas boas, ainda existem pessoas gentis e de bom coração, e a experiência com o Couchsurfing está aí para provar isso. Claro que existem casos e casos, mas no meu, eu usaria o sistema novamente com certeza, e também receberia estrangeiros com o mesmo intuito.

Dica importante: SEMPRE converse o essencial (data de chegada, endereço, horário de encontro, ponto de encontro, etc) pelo bate papo dentro do site. Caso algo de ruim aconteça, o sistema é ligado diretamente com a Polícia local e um alerta é acionado. Ou seja, isso pode te manter seguro em caso de possíveis perigos! 



E você? Já teve uma experiência assim? Me conta!
Tags: couchsurfing, experiência de hospedagem, viagem cultural

Respire fundo e veja com calma: esse era um dos meus lugares favoritos de toda a cidade! 

E sem dúvidas, o shopping mais bacana que eu já tive a oportunidade de visitar. 

Ambos localizados em D2, o Stephen Green Park, e o Stephen Green Shopping Centre ficam de frente um para o outro, portanto, não dá pra errar. E sim, é parada obrigatória para quem vem a Dublin. (Talvez até mais importante visualmente que o próprio Temple Bar).

No shopping, você encontra uma Boots, a Dunnes, uma Flying Tiger (melhor loja de Dublin, perdendo só pra Penney's), e várias lojinhas menores. Tem poucas opções de comidas, mas vale a pena a sua visita, só pela arquitetura do lugar.

Antigamente chamado de Dandelion Market, vendia coisas punks e foi casa da banda U2, foi fechado em 81 e reaberto em 88, contando hoje com 100 lojas e 70 mil m². Vale DEMAIS a pena visitar. 


E logo de frente para o shopping, temos o Stephen Green Park, um parque de 1664 projetado por William Sheppard, e o parque mais bonito que eu já tive a chance de visitar (parte se deu porque a primeira visita foi feita durante o Outono, minha época favorita do ano).

O parque tem MUITA história pra contar, vários cantos lindos para serem fotografados e conta com 9 hectares, ou seja: para um parque no meio de Dublin, ele é enorme!

Uma curiosidade bacana é que, depois da morte do Príncipe Albert, esposo da Rainha Victoria da Inglaterra, ela pediu para que o parque fosse rebatizado e que construíssem uma estátua em homenagem ao príncipe, mas a ideia foi rejeitada com desprezo pela população, mesmo a Irlanda sendo parte do Império Britânico da época... (Rolou um problemão entre os dois países, devido a grande Fome das Batatas, que é lembrada através do dia-a-dia irlandês até hoje).

Enfim... Vale a pena uma volta no parque, caminhada, visita, picnic, ou o que for que você tenha planejado. Não deixe de ir!







Já faz um tempo que tenho esse livro, e sempre que o vejo, me preenche com boas recordações. Li esse livro na beira do mar, sentada ao pôr-do-sol, coberta com uma canga tie-dye mais antiga que eu. A medida que a Bruna Vieira (a.k.a. mãe da Berry e da Ella) mencionava as histórias, me via as comparando com as minhas experiências, e mais tinha certeza de que, quando mais jovem, eu não fazia ideia do que era amar.  

Esse livro foi publicado em 09/10/2015 pela editora Abril Cultural, e ainda hoje é fácil de encontrá-lo. Ele reúne várias colunas da Bru para a Capricho, de 2012 a 2015, vista aos olhos de uma menina-mulher que tinha acabado de começar a experimentar o amor, em seus mais intensos detalhes. Pra quem não sabia, a Bruna foi colunista da Capricho por muitos anos, e ela quem assinava a última página da revista.



O livro faz você entrar em uma breve conexão com a sua adolescência e seu primeiro amor, e pra quem é criança de '90s, automaticamente revivendo pequenos detalhes dessa fase de descoberta (como subir a janelinha do MSN, colocar subnick com indireta ou frase de música, esperar a pessoa ficar online pra conversar, etc... #2006feelings). 

Não espere um conteúdo intenso e detalhado dessas 144 páginas, mas sim uma leitura leve, divertida e nostálgica. Se você está com aquela "ressaca literária", esse livro vai te ajudar a voltar aos eixos, pode confiar! A autora escreveu, de forma leve e equilibrada, textos que admiram o amor, e compreendem que ele é muito maior do que poderíamos sequer imaginar.




Apesar de ser um livro curtinho, recomendo por ser uma excelente leitura. A diagramação do livro é boa, as ilustrações, fontes e espaçamento também. As páginas são levemente amareladas, e a lombada é fofíssima.

Abaixo, deixo algumas frases do livro que achei graciosas demais para não serem mencionadas:

“Mesmo que existam bilhões de pessoas diferentes no mundo todo, você continua sendo a que mais vale a pena.”

“As melhores coisas da nossa vida acontecem porque aprendemos a lidar com as piores de um jeito especial.”

“Quando temos vergonha do nosso passado, comprometemos parte importante do nosso futuro.”

“O fato é que nunca estaremos completamente prontas para um amor.”



Fica minha resenha e primeira recomendação de 2020 para vocês :)


Enquanto eu passeava por Montmatre, resolvi realizar um sonho antigo e me dar ao luxo (mesmo não podendo muito! rs) de me deliciar no Hard Rock Café de Paris.

Foi fácil chegar até lá com nossos amigos franceses nos guiando, porém, a parte mais complicada foi o frio, como sempre. Dezembro estava realmente gelado, e mais do que querendo comer no Hard Rock, precisávamos nos aquecer.

Foi uma experiência incrível e inesquecível. Iria, com certeza, mais um milhão de vezes! Pedimos uma sobremesa ENORME, que era um brownie com sorvete, e eu acabei dividindo com minha amiga. Custou algo em torno de 10 euros, se não me engano.

O que mais me encantou no restaurante, foi, sem dúvidas, o ambiente descontraído e decorado. Onde você olha, tem detalhes INCRÍVEIS e inesquecíveis. Não deixe de visitar, sério!

O Hard Rock Café de Paris fica na 14 Boulevard Montmatre, e com certeza, é algo imperdível. Deixo abaixo algumas fotos sem edição alguma dos detalhes do café. Recomendadíssimo!














Oi, pessu!

A CeraVe lançou recentemente um Gel de Limpeza desenvolvido por dermatologistas especialmente para quem tem peles oleosas e normais. Versátil, não? O produto promete limpar profundamente os poros, remover o excesso de oleosidade e toda a maquiagem sem alterar a barreira natural de proteção da pele.

Ele contém ácido hialurônico (hidratando a pele de dentro pra fora e retendo essa hidratação por um bom tempo), ceramidas (que ajudam a manter a barreira natural da pele), niacinamida (acalma a pele e restaura a barreira cutânea) e o melhor: o produto não obstrui os poros. YAY!

A CeraVe, em parceria com The Insiders Brasil, me mandou um kit para conhecer o novo produto, e nas próximas semanas, vocês podem acompanhar o dia-a-dia pelo Instagram @maygodiva!  

Para podermos estar em sintonia, vou compartilhar aqui no blog uma série de dicas de skincare, rotina e produtinhos ♥

Por hoje é isso, pessoal! Um super beijo e até a próxima!


O maior problema de ir a Disney sendo fotógrafa nas horas vagas, é que eu quero fotografar e filmar tudo de possível e imaginável e acabo não vivendo algumas experiências que eu deveria. Isso não só na Disney, como na vida inteira! hahahhahah

Em dezembro de 2016, eu tive a oportunidade de conhecer a Disneyland Paris, que fica em Marne la Vallée, uma vila que fica em Paris, mas não no centro. Foi uma experiência MARAVILHOSA, e se possível, que eu viveria pelo menos uma vez por ano. 

Diferente da Disney de Orlando (que eu não conheço, apesar do intercâmbio em Miami  #mimimi), ela é bem pequena e só conta com dois parques (que eu, na minha ingenuidade, achei que desse pra fazer ambos no mesmo dia. Só que não!). O parque foi inaugurado em 1992 e é inspirado na Disneyland California (que fica em Anaheim, apesar de ser bem maior que ele).

Fiz alguns cliques delicados com a 50mm, e são algumas das minhas fotos favoritas do mundo todo. Confesso que sempre sonhei em tirar fotos com a 50mm na Disney, e posso dizer que meu sonho foi realizado com sucesso! 

As fotos estão sem edição alguma, e saíram exatamente assim da Canon. É de se apaixonar! E se quiser reutilizar, por favor, dê os créditos!


























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